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sábado, 13 de novembro de 2010


"Cai a noite, já não sou a mesma, me vejo tão distante! Costumava esperar as noites ansiosamente, pois nela havia uma estrela que brilhava, havia uma ilusão, mas isso foi por algum tempo. Eu não era o que sou, eu sentia no peito um orgão a vibrar, hoje há silêncio, tristeza, saudade… Há saudade das noites, dos sonhos, há saudades de mim! Ultimamente tenho passado horas e horas a me perguntar 'por que as noites existem e por que as estrelas morrem?' Por que existe a ilusão e por que somos tão tolas?"

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